Este é um material introdutório referente a práticas performativas sapatão. Referente ao termo “sapatão”, opto por seu uso na tentativa de afirmar a corrente resignificação da palavra, utilizada de forma pejorativa por muitos anos como uma ofensa homofóbica, e sua retomada pelas militantes e ativistas para sua reafirmação de existência. Ainda, é válido destacar o mais recente debate no campo de gênero e sexualidade, na qual a palavra “sapatão” vem sido apropriada para além do campo da sexualidade lésbica e borrando seus limites com a identidade de gênero, visto que a subjetividade dos corpos é intrínseca a cada vivência e as diferentes formas de viver sua dissidência.
Este é um material introdutório referente às práticas performativas decoloniais, com foco nos povos tradicionais brasileiros. A escolha do termo “decolonial” está enraizada na crítica às estruturas coloniais que persistem na sociedade contemporânea, especialmente na forma como a cultura e as artes têm sido historicamente apropriadas e silenciadas. Ao utilizar este termo, busca-se valorizar e reconhecer a riqueza das práticas culturais dos povos originários, que carregam em si uma resistência contínua ao apagamento e à opressão colonial.
Este é um material introdutório referente às práticas performativas decoloniais, com foco nos povos tradicionais brasileiros. A escolha do termo “decolonial” está enraizada na crítica às estruturas coloniais que persistem na sociedade contemporânea, especialmente na forma como a cultura e as artes têm sido historicamente apropriadas e silenciadas. Ao utilizar este termo, busca-se valorizar e reconhecer a riqueza das práticas culturais dos povos originários, que carregam em si uma resistência contínua ao apagamento e à opressão colonial.
As práticas performativas travestigêneres são manifestações artísticas e culturais que desafiam e subvertem as normas de gênero, criando espaços de resistência e afirmação de identidades dissidentes. Essas práticas não apenas celebram a diversidade de expressões de gênero, mas também questionam as estruturas de poder que buscam controlar e marginalizar corpos que fogem ao padrão.